Correlações Empíricas sobre o TDH

Fournol et al. (1973) descreve o TDH(F) como inversamente proporcional ao número de Froude. Apesar desta proposição, os autores observam que esta altura é significativamente maior que o previsto por Zenz e Weil (1958):

Hamdullahpur et al. (1986) propuserem uma equação que caracteriza o TDH(C) como dependente do diâmetro da bolha:

Baron et al. (1988) propuseram uma nova correlação para estimar o valor do TDH(F), na qual a altura máxima alcançada pelos grandes clusters é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade de ejeção da partícula (KUb), que seria a velocidade do gás:

Sciazko et al. (1988) demonstram através da equação que a razão entre altura da zona splash e a altura do leito fortemente influenciada pela velocidade de excesso do gás (U-Umf). Esta fração volumétrica seria o valor crítico da fração de bolhas, que está relacionada à diferença nas velocidades já citadas:

Sciazko et al. (1991) determinaram uma nova correlação para o TDH(C) em função do diâmetro da bolha na superfície do leito:

Pinto et al. (1999) propuseram uma correlação para o TDH(C) em função das características físicas das partículas (diâmetro da partícula) e do gás (massa específica e viscosidade), e das condições de operação (massa de sólido e velocidade do gás):

Cipolato et al. (2004 propuseram uma nova correlação para o TDH(C) em função da massa de sólido através da análise estatística, para um modelo de primeira ordem com duas interações: